Respondemos às suas Dúvidas

Esclarecemos e ajudamos os nossos clientes na escolha dos melhores produtos para os seus seguros e ajudamo-los na resolução dos sinistros que lhes ocorram.

  • Automóvel

    Deve: recolher, ainda no local do acidente, os elementos de identificação dos condutores, veículos e seguros; identificar as testemunhas e recolher os seus contactos; se for possível chegar a acordo sobre as circunstâncias em que ocorreu o sinistro, devem preencher a Declaração Amigável de Acidente Automóvel (DAAA), devendo cada um dos condutores ficar com um exemplar para entregar ao seu segurador; se o aquele acordo não for possível, cada condutor deve preencher o seu formulário da DAAA e entregá-la no segurador do outro veículo – nestes casos, mais do que nos anteriores, é muito importante juntar fotografias do local e dos danos do acidente; nos casos em que não haja acordo ou se verifiquem danos pessoais, deve ser solicitada a presença das autoridades policiais. Notar que no preenchimento da DAAA, não é necessário que nenhuma das partes se declare culpada.

    Em caso de sinistro, entre sempre em contacto connosco.

    Declaração Amigável de Acidente

    Nestes casos, é conveniente solicitar a presença das autoridades policiais. Se não tiver seguro, o lesado pode recorrer ao Fundo de Garantia Automóvel. O FGA garante, entre outros, a reparação dos danos resultantes de acidentes de viação ocorridos em Portugal, quando o responsável seja desconhecido ou, sendo conhecido, não tenha seguro obrigatório de responsabilidade civil automóvel.

    Os responsáveis pelos acidentes de viação que tenham cumprido com a sua obrigação de celebrar o contrato de seguro de responsabilidade civil, ficam obrigados a reembolsar o FGA, com juros, as indemnizações satisfeitas.

    Existe perda total quando os danos que afectem o veículo sejam muito graves que, em vez de o veículo ser reparado, o lesado compensado por via de uma indemnização.

    A indemnização é calculada tendo em conta o valor do salvado (o que resta do veículo sinistrado) e o valor venal (valor pelo qual o veículo poderia ser substituído antes do acidente).

    Esta indemnização deverá corresponder: ao valor venal do veículo deduzido o valor do salvado, se o salvado ficar na posse do proprietário ou ao valor venal do veículo, se este passar para a propriedade do segurador.

    Multirriscos

    O Seguro de Multirriscos Habitação permite responder à obrigação legal do seguro de incêndio a que estão sujeitos os edifícios constituídos em regime de propriedade horizontal (art.º 1429 do Código Civil).

    Para além do seguro de incêndio, o seguro de Multirriscos disponibiliza um leque alargado de garantias e destina-se a salvaguardar, de uma forma abrangente, os riscos que envolvem.

    O seguro de incêndio é obrigatório para os edifícios em regime de propriedade horizontal, conforme decorre do art.º 1429 do Código Civil.

    O objetivo é proteger cada fração autónoma e a respectiva permilagem nas partes comuns do edifício face ao risco de incêndio.

    Um prédio é constituído em propriedade horizontal, quando está dividido em unidades ou frações independentes, distintas e isoladas entre si, com saída própria para uma parte comum do prédio (escadas e seus patamares ou corredores) ou para a via pública.

    O Conteúdo é composto pelos bens móveis de uso doméstico e pessoal das Pessoas Seguras, que se encontram na habitação do Segurado objeto do contrato.

    Aqui, podemos ainda distinguir os chamados Objetos Especiais, que se constituem como objetos de risco agravado.

    O Segurado deve, comunicar o sinistro ao mediador, por escrito e em curto prazo (nunca mais de 8 dias), explicando quais as suas causa e as suas consequências, deve tomar as medidas ao seu alcance para prevenir ou limitar as consequências do sinistro e prestar ao segurador todas as informações que este lhe solicite.

    O segurador paga a indemnização para reparar os bens destruídos ou danificados.

    Quando o capital seguro é inferior ao custo de reconstrução, o segurador só paga a parte dos prejuízos proporcional à relação entre o custo de reconstrução ou substituição à data do sinistro e o capital seguro.

    Se o capital seguro for superior ao valor da reconstrução ou substituição, a indemnização terá como limite máximo o valor correspondente à reconstrução ou substituição.